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Há 30 anos o Brasil perdia Ayrton Senna

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por Redação
30/04/2024 ás 11:12 PM

São Paulo, SP

O piloto Ayrton Senna - Crédito: Reprodução

Há exatos 30 anos o Brasil perdia Ayrton Senna, um de seus maiores pilotos da história da Fórmula 1. De ícone do esporte, sua morte aos 34 anos o transformou em herói nacional.

O tricampeão da F1, pilotando uma Willians, perdeu o controle do carro na curva Tamburello e se chocou com o muro de concreto. Foi atendido por alguns minutos na pista e depois levado para o Hospital Maggiore, em Bolonha, onde sua morte foi declarada horas depois. Toda essa cena transmitida em rede nacional, pois assistir às corridas de F1 com Senna na pista fazia parte dos programas dominicais dos brasileiros.

Nesses 30 anos, nos quatro cantos do país, a memória de Senna ainda é lembrada constantemente. Seu nome está em centenas de logradouros, como praças, ruas, avenidas e até estradas. Também invadiu as artes e projetos sociais, todos levando seu nome.

Hoje seu legado é simbolizado pelo Instituto Ayrton Senna, presidido por sua irmã, Viviane Senna, que trabalha com projeto voltados para educação.

A morte de Senna causou um impacto na Fórmula 1, que passou por várias mudanças significativas nestas três décadas, em diferentes áreas, como regulamentos técnicos, segurança, estrutura organizacional e aspectos comerciais.

A segurança na categoria foi o principal alvo. Várias medidas foram adotadas, como o aumento dos padrões de segurança dos circuitos, a introdução do HANS (Head and Neck Support), melhorias nos capacetes dos pilotos, o aumento das barreiras de proteção e a revisão dos regulamentos dos carros para torná-los mais seguros em caso de acidente.

Os regulamentos técnicos têm sido constantemente revisados e atualizados para promover a competitividade, reduzir custos e, em alguns casos, melhorar a sustentabilidade ambiental. Isso inclui mudanças nos motores, aerodinâmica, pneus, sistemas de recuperação de energia, entre outros.

A morte de Senna também criou um vácuo para os brasileiros na F1. Antes dele, o país já tinha Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet como campeões mundiais, mas Senna mudou o patamar e foi se transformando no maior ídolo do esporte. Quem veio depois, como Rubens Barrichello e Felipe Massa, sentiram na pele a pressão de ter que substituir alguém insubstituível.

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