
Em comunicado oficial divulgado nesta sexta-feira (31), a Fifa comunicou a desistência de vender parte das ações da Copa do Mundo a investidores privados.
No início da semana, Gianni Infantino, presidente da entidade, disse que o plano estava sendo discutido. A repercussão negativa foi grande, a ponto de a Uefa anunciar um boicote em todas as competições organizadas pela Fifa.
Nesta sexta (31), Infantino voltou atrás no plano, alegando que não atingiria o objetivo desejado por causa da repercussão negativa.
“Depois de ouvir atentamente todos os pontos de vista, ficou claro que o projeto criou divisões que, independentemente do nível de apoio recebido, já não atendem ao objetivo que motivou sua criação”, diz o texto.
Para ir adiante, o plano da Fifa precisaria ter anuência das 211 associações que fazem parte da entidade.
“Daqui para frente, minha intenção é reunir novamente todas as partes interessadas nos próximos dias e semanas, em um espírito de interesse comum pelo nosso esporte, com o objetivo de continuar promovendo o crescimento do futebol em todo o mundo, especialmente nos países que mais precisam do nosso apoio”, diz Infantino na nota.










