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Presidente da CBF diz que vai acatar decisão dos clubes sobre paralisação, mas ‘é difícil’

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por Redação
14/05/2024 ás 12:49 PM

São Paulo, SP

Toalha do Grêmio nos destroços no município de Sinimbu - Crédito: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues disse, em entrevista aio GE, que vai acatar a decisão dos clubes sobre uma possível paralisação do Campeonato Brasileiro por causa das cheias no Rio Grande do Sul. Porém, ele pondera que uma parada poderá causar impactos no calendário.

“Primeiro, reitero sempre a nossa solidariedade a todo o povo do Rio Grande do Sul, por tudo o que está passando. Sobre o pedido de paralisação, é interessante que possamos ouvir todos os clubes para definir. Isso envolve calendário, classificação para as competições sul-americanas e até a Intercontinental, caso um clube brasileiro ganhe a Libertadores. Não é tão fácil assim”, disse Rodrigues, que está na Tailândia, participando do Congresso da Fifa.

“Mas somos todos democráticos. Depois de colocar todos esses pontos para que eles definam, não tenho como ficar contrário [aos clubes] porque nossa gestão é democrática. Vamos mostrar o contraditório dessa paralisação, mas vamos respeitar a decisão dos clubes”, completou.

A Liga Forte União, que conta com 11 clubes que disputam a Série A do Brasileiro, divulgou nota dizendo ser favorável a paralisação do campeonato. Juntam-se a ela Grêmio e Atlético-MG, somando 13 clubes.

Formam a Liga Forte Athletico-PR, Botafogo-RJ, Cruzeiro, Internacional, Fortaleza, Vasco, Criciúma, Juventude, Fluminense, Atlético-GO e Cuiabá. Grêmio e Galo são da Libra.

A CBF marcou para o dia 27 de maio uma reunião para discutir o assunto. A data gerou críticas de dirigentes, como Antonio Brum, vice de futebol do Grêmio. Em publicação no X, antigo Twitter, ele diz que é “uma brincadeira de mau gosto” e que “realmente não entenderam o que estamos passando aqui”.

As chuvas no Rio Grande do Sul já causaram a morte de 148 pessoas. Outras 124 estão desparecidas. Há mais de 538 mil desalojados e 77 mil sem abrigo.

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