De acordo com relatório da Fifa, os clubes brasileiros gastaram US$ 180 milhões (R$ 1,02 bilhão) nesta janela de transferências.
Houve um aumento de 20% no país em comparação com a janela de 2023, de acordo com a entidade.
O relatório aponta o Brasil na oitava colocação como os mais “gastadores” da janela. O país que mais abriu os cofres foi a Inglaterra, com US$ 1,6 bilhão (R$ 9,5 bilhões).
Em todo o mundo, cerca de 11 mil jogadores no futebol profissional masculino movimentaram a janela de transferências, de acordo coma Fifa. A entidade diz que esse número é 4,8% maior em comparação com 2023.
Mas, apesar do recorde de jogadores, os valores foram menores. Neste ano, o montante gasto foi US$ 6,46 bilhões (R$ 38 bilhões), uma queda de 13% com relação ao período anterior.
O jogador mais caro na janela europeia foi o argentino Julián Álvarez, vendido pelo Manchester City ao Atlético de Madrid por 75 milhões de euros (R$ 465 milhões).
Quem mais gastou:
- Inglaterra: US$ 1,6 bilhão (R$ 9,5 bilhões)
- Itália: US$ 825 milhões (R$ 4,6 bilhões)
- França: US$ 607 milhões (R$ 3,9 bilhões)
- Espanha: US$ 545 milhões (R$ 3,3 bilhões)
- Alemanha: US$ 572 milhões (R$ 3,2 bilhões)
- Arábia Saudita: US$ 431 milhões (R$ 2,4 bilhões)
- Portugal: US$ 252 milhões (R$ 1,4 bilhão)
- Brasil: US$ 180 milhões (R$ 1,02 bilhão)
- Turquia: US$ 134 milhões (R$ 753 milhões)
- Bélgica: US$ 110 milhões (R$ 618 milhões)











