
O técnico Carlo Ancelotti aprovou a atuação da seleção brasileira na vitória por 2 a 1 sobre o Japão, nesta segunda-feira (29), e destacou como fator primordial para a virada a paciência da equipe.
“Jogamos bem, merecemos ganhar. A equipe não perdeu a paciência, a equipe estava bem também no primeiro tempo. O jogo foi bonito, forçamos um pouco mais de cruzamentos na segunda parte, no final deu certo”, disse Ancelotti, na saída do gramado.
“Temos muitos recursos, no banco e no campo, é bom que os jogadores individualmente estão em bom nível. Temos que valorizar. Partida muito exigente. Japão não é uma equipe fácil, é intensa, muito organizada”, coimpletou.
Já na entrevista coletiva, Ancelotti destacou a melhora na marcação no segundo tempo, quando a equipe brasileira já estava em desvantagem no placar.
“Melhoramos a marcação no segundo tempo para evitar as transições, o que complicaria o jogo. O sofrimento é normal. Não há nada novo no futebol. É normal também o alívio. Sempre tento lembrar que estar aqui após uma derrota é mais complicado.”
Apesar desse sofrimento, o italiano viu o duelo contra o Japão o mais completo da seleção brasileira nesta Copa do Mundo.
“Acho que até agora, este jogo foi o mais completo. Tivemos problemas no primeiro tempo para criar oportunidades, o Japão estava muito fechado. Buscamos soluções, com cruzamentos e presença na área no segundo tempo. Acho que houve evolução. Se tivemos problemas, buscamos soluções”, disse.
Sobre a atuação do volante Casemiro, que não esteve bem no primeiro tempo, mas marcou o gol do empate na etapa final e acabou sendo eleito o melhor em campo pela Fifa, Ancelotti rasgou elogios.
“Casemiro é um líder, ninguém no campo pode jogar na posição dele. É realmente importante, tem uma ótima conexão com o gol. Não acho que o gol de Japão foi um erro de Casemiro. Falhamos na saída, Casemiro atuou muito bem e no gol de empate ele foi chave para o jogo.”
O adversário será o vencedor do duelo entre Costa do Marfim e Noruega, que se enfrentam nesta quarta (30). O jogo será no domingo (5), em Nova Jersey.










