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Sem adversário, Ednaldo Rodrigues é reeleito para um mandato de mais quatro anos na CBF

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por Redação
24/03/2025 ás 2:18 PM

São Paulo, SP

Ednaldo Rodrigues, durante eleição na CBF - Crédito: Staff/CBF

Ednaldo Rodrigues, 71 anos, foi reeleito nesta segunda-feira (24) por unanimidade para um mandato de mais quatro anos (de 2026 a 2030) à frente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). 

Sem adversário, o cartola baiano recebeu todos os votos das 27 federações e também todos os votos dos 40 clubes das Séries A e B, totalizando 141 pontos, segundo a entidade. 

Com Ednaldo foram eleitos também oito vice-presidentes: Ricardo Nonato Macedo de Lima, Reinaldo Rocha Carneiro Bastos, Gustavo Oliveira Vieira, Gustavo Dias Henrique, Ednailson Leite Rozenha, Antônio Roberto Góes da Silva, Leomar de Melo Quintanilha e Rubens Renato Angelotti.

A eleição também se estendeu ao Conselho Fiscal, com a aprovação nas urnas dos nomes de José Sergio Oliveira Santos, José Piedade Campos e Elielson Gomes Ferri como membros efetivos, e os de Antonio Felipe Gomes Duarte de Farias, Leonardo Gladson Lemos Otero e Rodrigo de Albuquerque Benevides Mendonça como suplentes.

“Hoje, celebramos não apenas a confirmação do nosso trabalho pela reeleição, mas o triunfo da democracia, do diálogo, da liberdade e da autonomia das organizações esportivas. Ao longo dos últimos anos, enfrentamos muitos desafios. Sofremos todo tipo de preconceito e perseguições. Tentaram até um golpe. Resistimos e vencemos!”, disse Ednaldo, sem determinar qual “golpe”.

O ex-atacante Ronaldo tentou entrar na disputa. Mas, sem nenhum apoio das federações, retirou a sua candidatura há duas semanas.

“O estatuto concede às federações o voto de maior peso e, portanto, fica claro que não há como concorrer”, esbravejou o Fenômeno, na ocasião.

Pelo estatuto da CBF, um candidato precisa do apoio de ao menos quatro federações e quatro clubes das Séries A e B. Os votos das federações têm peso 3, enquanto os clubes da Série A ficam com peso 2 e os da B, peso 1. 

Ednaldo assumiu o comando da CBF de forma interina em 2021, na vaga de Rogerio Caboclo, afastado pela Comissão de Ética da entidade por assédio moral e assédio sexual.

Em 2022, se candidatou ao cargo efetivo e foi eleito para o primeiro mandato.

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