
A eliminação na terceira fase da pré-Libertadores diante do Barcelona-EQU, nesta quarta-feira (12), aumentou a pressão em cima do técnico Ramon Díaz. A final do Paulistão virou ponto chave para o argentino.
Apesar de ter feito a melhor campanha do estadual e chegar à final, o despenho do time tem sido questionado. Principalmente nos clássicos contra os rivais e quando teve que virar a chave e apontar para a pré-Libertadores.
Fez jogos ruins contra a Universidad Central, mas passou de fase. Já contra o Barcelona-EQU, fez a sua pior partida no ano, sendo goleado por 3 a 0 em Guayaquil, resultado que desenhou a queda precoce na competição.
O planejamento orçamentário do clube previa que o Corinthians chegaria ao menos às oitavas da Libertadores. Agora, na Sul-Americana, tem que refazer as contas, tão espremidas em um clube com mais de R$ 2 bilhões em dívidas.
Díaz assumiu o comando do Corinthians em julho do ano passado. Em 52 jogos, teve 30 vitórias, 13 empates e nove derrotas.
Conseguiu livrar o time do rebaixamento no Brasileiro e conquistou a vaga na pré-Libertadores. Mas, nos jogos decisivos, o time refugou.
Na Copa do Brasil, caiu na semifinal diante do Flamengo, fazendo o jogo de volta na Neo Química Arena.
O mesmo destino o time teve na Copa Sul-Americana, eliminado na semifinal pelo Racing-ARG.
Após o jogo desta quarta, o presidente Augusto Melo bancou o treinador e disse que o objetivo passou a ser a final contra o Palmeiras.
“A gente conversou no vestiário, amanhã também vamos sentar, avaliar tudo que aconteceu, o que vem acontecendo. A gente está mais focado no jogo de domingo. A parte técnica a gente vai avaliar mais para frente”, disse, aos canais ESPN.










