O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) instaurou inquérito para investigar a denúncia de corrupção na arbitragem do futebol brasileiro feita pelo empresário John Textor, dono da SAF do Botafogo.
Em entrevista ao jornal ” Globo”, na quinta-feira (7), o empresário disse ter “gravações de árbitros reclamando de não terem propinas pagas”. Textor diz que “houve manipulações e erros em 2021, 2022 e 2023”.
No despacho de José Perdiz de Jesus, presidente do STJD, Textor tem três dias para apresentar as provas.
“Em referência a solicitação de ABERTURA DE INQUÉRITO interposta pela PROCURADORIA DA JUSTIÇA DESPORTIVA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA DESPORTIVA DO FUTEBOL – STJD DEFIRO seu pedido de forma a intimar o Sr. John Textor, para que, no prazo de 3 (três) dias, entregue todos os documentos que alega possuir ter referente aos “juízes gravados reclamando de não terem propinas pagas”, sob pena de aplicação do artigo 223 “caput” e seu parágrafo único do CBJD, ou seja, em caso de descumprimento, seja o Sr. John Textor suspenso automaticamente até que cumpra a decisão, além da suspensão por 90 a 360 dias, e na reincidência eliminação”, determinou Perdiz.











