
Brasil e Paraguai se enfrentam nesta terça-feira (10), às 21h30 (horário de Brasília), no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, pela oitava rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Globo e SporTV transmitem o jogo.
O Brasil vem de uma vitória por 1 a 0 sobre o Equador, que acabou com uma série de quatro jogos em jejum, com três derrotas consecutivas, no torneio. Também fez a seleção subir da sexta para a quarta colocação, com 10 pontos.
Apesar da vitória, o futebol da seleção ficou bem abaixo do esperado, gerando críticas ao fraco desempenho, reconhecido pelo técnico Dorival Júnior.
“Não atingimos tecnicamente o que estamos buscando e sei que devemos, mas em questão de entrega não e deixamos tudo em campo. É questão de tempo, momento e ajustes”, disse o treinador, em entrevista coletiva nesta segunda (9).
Para o jogo desta terça, Dorival deverá escalar o garoto Endrick no ataque, ao lado de Rodrygo e Vinicius Júnior, seus companheiros de Real Madrid. O botafoguense Luiz Henrique, titular contra o Equador, vai para o banco.
“Com Endrick, Rodrygo abre um pouco mais, um pouco mais posicional com liberdade de posição. Não acredito em posição única, sempre quero ver liberdade de posicionamento”, disse Dorival.
O Paraguai ficou em um empate sem gols com o Uruguai, em Montevidéu, na rodada passada, resultado que o manteve na sétima colocação, com seis pontos, fora da zona de classificação ao Mundial.
A equipe conta com cinco jogadores que atuam no futebol brasileiro na equipe titular: Gatito Fernandez (Botafogo), Júnior Alonso (Atlético-MG), Villasanti (Grêmio), Bobadilla (São Paulo) e Pitta (Cuiabá).
O histórico aponta 83 jogos entre as das seleções, com 50 vitórias do Brasil, 11 do Paraguai e 22 empates. A seleção brasileira não é derrotada pelo rival desde 2008. Desde então foram cinco triunfos e cinco empates.
Será o 20º jogo do Brasil no Defensores del Chaco. Foram dez vitórias brasileiras, quatro paraguaias e cinco empates no estádio.
O uruguaio Andrés Matonte apita o duelo. Tem 26 partidas no ano e média de 5,2 cartões amarelos. Marcou nove pênaltis.










